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domingo, 7 de junho de 2009

PORTEFÓLIO


Portefólio: Razões e perigos.
«Potencialidades de um portefólio:

• Flexibilidade (respeita diversos estilos de aprendizagem)

• Valorização pessoal (permite potencializar pontos fortes)

• Continuidade (dá acesso à evolução)

• Globalidade (atende a uma visão global)

• Carácter dialógico (trabalho próximo e negociado)

• Favorece a reflexão e a metacognição (e como tal a auto-regulação)

• Visibilidade (torna explícita a relação entre currículo prescrito, implementado e avaliado)

Indicadores de qualidade:

• Organização e apresentação (aspectos gráficos; de escrita e organizativos)

• Representatividade das tarefas seleccionadas (coerência com as experiências de aprendizagem)

• Análise desenvolvida (adequação; fundamentação)

• Qualidade das reflexões (natureza pessoal; problematização; abrangência e profundidade)

Riscos a evitar:

• Estudo em condensado (não pode ser feito numa tarde, processo ao longo de um período de tempo amplo)

• Processo técnico e superficial (normalizar)

• Trivialização (incluir itens não adequados à reflexão)

• Exibição do nosso melhor (critério enviesado de selecção)

• Subverter a natureza (na procura de critérios objectivos)»

HISTÓRIA DE VIDA: CONCEITOS


História de Vida:
Visões e Orientações
«São muitos os métodos e as técnicas de colecta e análise de dados em uma abordagem qualitativa e, entre eles, a história de vida ocupa lugar de destaque. Através da história de vida pode-se captar o que acontece na intersecção do individual com o social, assim como permite que elementos do presente fundam-se a evocações passadas. Podemos, assim, dizer, que a vida olhada de forma retrospectiva faculta uma visão total de seu conjunto, e que é o tempo presente que torna possível uma compreensão mais aprofundada do momento passado.

É o que, em outras palavras, nos diz SOARES (1994) quando discute as articulações entre os conceitos vida e sentido:

“Somente a posteriori podem-se imputar, aos retalhos caóticos de vivência, as conexões de sentido que os convertem em ‘experiência’” (SOARES, 1994:23).

Cabe lembrar que deve-se estar ciente dos avanços e recuos, da cronologia própria, e da fantasia e idealização que costumam permear narrativas quando elas envolvem lembranças, memórias e recordações.

FARIAS (1994) adverte que as entrevistas de história de vida trabalham com memória e, portanto, com selectividade, o que faz com que o entrevistado aprofunde determinados assuntos e afaste outros da discussão.

No entanto, como nos diz BOSI (1994), o que interessa quando trabalhamos com história de vida é a narrativa da vida de cada um, da maneira como ele a reconstrói e do modo como ele pretende seja sua, a vida assim narrada.

QUEIROZ (1988) coloca a história de vida no quadro amplo da história oral que também inclui depoimentos, entrevistas, biografias, autobiografias. Considera que toda história de vida encerra um conjunto de depoimentos e, embora tenha sido o pesquisador a escolher o tema, a formular as questões ou a esboçar um roteiro temático, é o narrador que decide o que narrar. A autora vê na história de vida uma ferramenta valiosa exactamente por se colocar justamente no ponto no qual se cruzam vida individual e contexto social.

HAGUETTE (1987) considera que a história de vida, mais do que qualquer outra técnica, excepto talvez a observação participante, é aquela capaz de dar sentido à noção de processo. Este “processo em movimento” requer uma compreensão íntima da vida de outros, o que permite que os temas abordados sejam estudados do ponto de vista de quem os vivencia, com suas suposições, seus mundos, suas pressões e constrangimentos.

CAMARGO (1984) complementa que o uso da história de vida possibilita apreender a cultura “do lado de dentro”; constituindo-se em instrumento valioso, uma vez que se coloca justamente no ponto de intersecção das relações entre o que é exterior ao indivíduo e aquilo que ele traz dentro de si.

O mesmo pensa CIPRIANI (1988) quando considera o “livre fluir do discurso”, condição indispensável para que vivências pessoais despontem profundamente entranhadas no social, o processo de “escavação do microcosmo” deixa entrever o “macrocosmo”, o universal mostra-se invariavelmente presente no singular.

BECKER (1994) acrescenta que a história de vida aproxima-se mais do terra a terra, a história valorizada é a história própria da pessoa, nela são os narradores que dão forma e conteúdo às narrativas à medida que interpretam suas próprias experiências e o mundo no qual são elas vividas.

Diz-nos DENZIM (1984) que a temporalidade é básica no estudo das vidas e distingue duas formas de temporalidade. O tempo mundano relacionado a presente, passado e futuro como horizonte temporal contínuo e o tempo fenomenológico que é o tempo como fluxo contínuo, é o tempo interior, contínuo e circular. Diz ainda que uma vida pode ser mapeada em termos de episódios cruciais de cujo manejo resultam os seus significados. E, contando delas, as pessoas contam mais do que uma vida, elas contam a vida de uma época, de um grupo, de um povo.

Apoiando-se em SARTRE, comenta o autor:

“As pessoas comuns universalizam, através de suas vidas e de suas acções, a época histórica em que vivem. Elas são exemplos singulares da ‘universalidade da história humana’” (SARTRE, 1981:43 apud DENZIM, 1984:30).

A definição de história de vida dada por GOY (1980) complementa os vários elementos já apontados pelos autores acima cotejados. Ele, assim, acrescenta ser a história de vida “um arquivo entrelaçando o verdadeiro, o vivido, o adquirido e o imaginado” (Goy,1980:743 apud Pesce, 1987:154).

A história de vida pode ser, desta forma, considerada instrumento privilegiado para análise e interpretação, na medida em que incorpora experiências subjectivas mescladas a contextos sociais. Ela fornece, portanto, base consistente para o entendimento do componente histórico dos fenómenos individuais, assim como para a compreensão do componente individual dos fenómenos históricos.»

DICAS

1. Reunir documentação.
• Reunir toda a documentação relativa a:
• Identificação pessoal.
• Percurso Escolar.
• Actividades Profissionais.
• Formação Profissional.
• Actividades sociais.
• Actividades lúdicas.
• Certificação profissional.
• Registos profissionais.
• Autorizações (Ex. condução).
• Outros relevantes para o processo.
2. Fazer uma Cronologia.
• Passo por passo, ano por ano, explique de forma resumida como decorreu a sua vida (principalmente do ponto de vista profissional) e destaque os principais acontecimentos.
3. Responder a Questões
• Para cada um dos acontecimentos que referiu no ponto anterior responda às seguintes questões:
• Porque foi importante para mim este acontecimento?
• O que aprendi com este acontecimento ao nível dos meus conhecimentos, aprendizagens e competências?
• O que ficou por fazer, pensar ou reflectir sobre esse momento?
• Como me relacionava com os outros nesse momento?
• Em que medida esse acontecimento mudou a minha vida?
• Como superei/actualizei/dinamizei os conhecimentos que adquiri com esse acontecimento?
• O que teria feito diferente?
• Qual o contexto em que esse acontecimento teve lugar?
4. Pedir Opiniões.
• Peça a outra pessoas do seu círculo de conhecimentos que comentem a sua cronologia e faça depois disso uma análise a esses comentários.
5. Fazer uma lista de dificuldades.
• Faça uma lista com aquilo que gostava de aprender ou com aqueles pontos em que sente mais dificuldade. Faça uma auto-avaliação de conhecimentos.
6. Fazer uma lista de pontos fortes.
• Faça uma lista de pontos onde indica aquilo que acha que, principalmente profissionalmente, se destaca pela positiva em si e no desempenho da sua função no seu dia-a-dia.
7. Fazer lista de tarefas.
• Faça uma lista de todas as tarefas que realiza durante um dia de trabalho e indique que conhecimentos tem que ter para as realizar com qualidade e segurança.
8. Descrever um dia da sua vida.
• Descreva um dia da sua vida. Mas faça-o como se não fosse você que o está a viver. Faça-o indicando o que podia mudar para melhor.
9. Fazer pesquisas.
• Faça pesquisas sobre temas que lhe interesse. Use a internet ou outro meio qualquer de consulta. Após a pesquisa faça uma análise crítica sobre o tema. Dê a sua opinião.
10. Leia um livro.
• Compre ou vá a uma biblioteca. Leia um livro. Faça um resumo e uma análise crítica da obra. Escolha autores e temas do seu gosto.
11. Ler uma notícia.
• Compre o jornal. Leia uma notícia. Faça uma análise e comentário a essa notícia. Escreva uma notícia sobre a sua participação no curso EFA.
12. Registar o tempo de trabalho.
• Registe o tempo gasto num dia no desenvolvimento das suas actividades profissionais.
13. Criar um Blog.
• Crie um blog, por exemplo em http://www.blogger.com/ e comece a fazer um diário da sua actividade profissional e percurso no EFA.
14. Criar uma conta de e-mail.
• Crie uma conta de e-mail (por exemplo em http://www.gmail.com/ ou http://www.hotmail.com/ ) e aceda ao Messenger.
15. Ter calma…
. Tenha calma. Quando acabar estas actividades terá um bom registo de começo para o EFA. Registe tudo em formato Word ou Excel ou qualquer outro sistema informático.
.Crie o seu portefólio pessoal em suporte de papel.

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA: DEBATE











quarta-feira, 6 de maio de 2009

CRIAR UM BLOGUE NA BLOGGER


O que é um Blog?

Um Blog é um site onde você pode estar escrevendo sempre, contando as novidades, expondo suas idéias, divulgando notícias, exibindo fotos, colocando links interessantes, ensinando algo a outras pessoas.

Você pode personalizar seu Blog da maneira que quiser, trocar as cores dos botões, links, fundos de tela, tipo de fonte usada nos textos, posicionamento dos blocos de textos, entre vários outros recursos.

Coloque no seu Blog seus assuntos favoritos, atraia pessoas que gostem dos mesmos assuntos que você, troque informações. Sempre que alguém visitar seu Blog, poderá interagir com você, comentar, dar sugestões, acrescentar links, trocar e-mails.

Faça do seu Blog a sua voz na internet, seu lugar de encontro com amigos, e pessoas do mundo todo.

Criar Conta Gmail
É preciso criar uma conta no Gmail (porque a Google comprou o Blogger). Depois de criar a conta no Google basta ir a www.blogger.com e carregar no link para criação do blog. O Blogger tem suporte para português.
1º PASSO - INCREVER-SE NO BLOGGER
1. Pesquisar a página - escrever BLOGGER num motor de busca como por exemplo no GOOGLE
2º PASSO
1. Pesquisar a página - Seleccionar o link WWW.BLOGGER.COM
3º PASSO
1. Pesquisar a página - Clicar na zona laranja, em CRIAR BLOG
4º PASSO
1. Inserir um endereço de email da pessoa que está a criar o blog.
2. Criar uma password para o blog e confirmar a passowrd
3. Dar um titulo quidentificar a página...por exemplo "Cristina Jorge - Joalharia de Autor"...ou "Joalharia contemporânea", etc
4. Copiar a sequência de letras - é apenas um procedimento de segurança
5. Aceitar os termos de uso
6. Clicar em "CONTINUAR"
5º PASSO
1. Dá um título ao teu blog (podes mais tarde alterar nas configurações do blog) .
2. Cria o endereço que queiras dar ao teu blog, por exemplo o teu nome. Ficará depois http:
3. Copia as letras de verificação
4. Clica em "CONTINUAR"
6º PASSO
1. Escolher o modelo de configuração da página pretendido clicando no circulo correspondente à selecção pretendida.
2. Clicar em continuar
7º PASSO
1. Está finalizada a criação do blog
2. Clicar em " COMEÇAR a ENVIAR MENSAGENS"
NESTE PRECISO MOMENTO JÁ ESTÁS DE PARABENS, CONSEGUISTE CRIAR UM BLOG SÓ TEU, JÁ PODES COLOCAR O ENDEREÇO DO TEU BLOG NA JANELA DE ENDEREÇOS E ACESSAR AO TE BLOG

AGORA FALTA APRENDERES COMO COLOCAR TEXTOS, IMAGENS, SLIDES, ETC PARA ASSIM PERSONALIZARES O TEU ESPAÇO VIRTUAL....

CRIAR CONTA NO GMAIL: CORREIO

Passo 1 - Aceder ao site do Gmail:
Vídeos Gmail -
Criar Conta Aceda a www.gmail.com
Para criar uma conta no Gmail apenas necessita de um Browser como o Internet Explorer, Firefox, Chrome, etc, e uma ligação de Internet. Deverá obter uma página similar à apresentada em baixo.
No momento em que este artigo foi escrito, o Gmail oferece um pouco mais de 7 Gb de espaço. O que é mais do que suficiente para guardarmos todos os emails de anos.

Clique em "Inscreva-se em Gmail". Siga para a próxima página.


Passo 2 - Escolher o endereço de email, e preencher os campos do formulário online:
Precisa agora de começar a preencher o formulário. Uma vez que preencheu o seu nome e apelido, é hora de escolher um nome de login desejado. Isto é importante como seu nome de login decidirá o email que terá, e em caso de um cliente de Gmail, seria escolha-o-seu-email@gmail.com. Escolha um nome de login, igualmente chamado o username, com cuidado.


Passo 3 - Como escolher um nome de login ou username para o seu endereço Gmail:
Escolher um nome de início de uma sessão é arte e senso comum. E porque determina qual seu endereço de email será, eu sugiro que passe algum tempo a pensar sobre ele. Os endereços de email precisam de ser originais, o que significa que não podem existir dois endereços iguais. Não há nenhuma garantia que seu nome de início de uma sessão preferido estará disponível, então pense bem qual deverá ser a alternativa.
Fica o meu conselho e sugestões em como escolher o seu email.

Primeiro verifique se o sistema aceita os seus nomes, assim, tente: primeiro nome, último nome, como joao-silva, ou o popular joao.silva.
Pode igualmente tentar o joaosilva.
Ter um email de Gmail com o seu nome é certamente muito afortunado, por causa do número imenso de utilizadores do serviço. Entretanto, se tem um nome relativamente raro, tem uma boa possibilidade;

Se estas combinações não funcionarem, procure juntar o seu nome com sua profissão - tal como joao.arquitecto. O seu nome de login precisa de ser atractivo e ao mesmo tempo descritivo, para que todos possam recordá-lo sem muita dificuldade e associá-lo a si. Por exemplo, se é um contabilista dócil de uma cidade pequena, escolhendo o email " inferno-anjos" como nome de início de uma sessão seria imprudente. Um pouco, joao-contabilista@gmail.com seria muito melhor.

Eu igualmente não aconselho encontrar e usar números e dígitos no seu nome de login de uma sessão a menos que, naturalmente, forem uma parte do seu nome da companhia/negócio. Além disso, precisa de ter um username que seja fácil de recordar. A disponibilidade de um login ou de um nome de utilizador pode ser verificado no campo de verificação da página do Gmail.



Passo 4 - Escolher uma Palavra-Passe para o seu Gmail:
Criar a sua conta de e-mail Gmail com uma palavra-passe forte é imperativo. Pense na senha como a combinação-chave do seu cofre e tem de dar o mesmo montante de importância. Uma combinação de letras maiúsculas e em letras minúsculas com alguns dígitos seria uma senha bastante forte. à direita do campo de texto no qual introduz a sua senha existe uma espécie de medidor que indica a força da senha. Tem de introduzir a senha duas vezes e pode deixar a caixa "Lembrar-se de mim neste computador" por preencher


Passo 5 - Proteger o seu Gmail com uma pergunta de segurança:
Agora tem de selecionar uma pergunta de segurança apresentada no menu- e tem de fornecer a resposta. Esta segurança adicional ajuda na obtenção da sua senha de conta de e-mail se a esquecer.

Passo 6 - Verificação de Palavra e Confirmação:
Depois de fornecer o seu endereço de e-mail secundário - pode deixar este espaço em branco, se não tiver um - e a sua localização, tem de introduzir os carateres que vê no quadro acima. Porque isto é necessário? Para que Gmail saiba que as entradas são de um ser humano e não algum programa automatizado. Agora que tudo está feito, pode ler os Termos do Serviço e clicar no botão "aceito. Crie a minha conta." que criará a sua conta de Gmail gratuita. Hurra e congratulações. Para aceder ao seu Gmail no futuro, tem de ir ao Web site e introduzir o seu username (nome do utilizador) e senha mais uma vez.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

SOBRE O PRA

Sobre o PRA
«O Portefólio de cada adulto é pessoal, intransmissível, irrepetível... corresponde a um adulto que naquele determinado momento começou a escrever, a juntar "bocadinhos de passado", a tecer uma história da qual tem uma visão, a qual recorda para contar, à qual atribui um sentido único e momentâneo pois ele também se transforma no presente e no futuro... Aliás o Portefólio contem estes três tempos que se relacionam, chocam, interpõem e confluem para a sua produção: Passado, Presente e Futuro.
O adulto produz um documento pessoal, tão pessoal que na maior parte das vezes vem acompanhado de uma capa personalizada e que informa o leitor de quem é o autor, mesmo antes de se ler uma linha que seja...
Cabe à equipa técnico-pedagógica a ardua tarefa de procurar encontrar critérios de evidência naquele relato autobiográfico, tendo em conta o Referencial de Competências-Chave, documento dinâmico e aberto que orienta toda a acção do Processo de RVCC, nunca esquecendo que há milhares e milhares de combinações possíveis contidas no documento: tantas quantas as experiências de vida de todos os adultos em Processo.»

domingo, 22 de março de 2009

PORTEFÓLIO


O que é um Portefólio?
Importa sublinhar, antes do mais, que um Portefólio não é um mero repositório de trabalhos "organizados" numa pasta de arquivo ou numa caixa.

O Portefólio é uma colecção organizada e devidamente planeada de trabalhos, reflexões, narrativas produzidos por um adulto, ao longo de um dado período de tempo, de forma a poder proporcionar uma visão tão alargada e pormenorizada quanto possível das diferentes componentes do seu desenvolvimento e das suas competências.

Na medida em que o Portefólio é um instrumento de avaliação, pode dizer-se que se trata de um conjunto de elementos, acompanhados de indicações e de comentários estruturados, escolhidos pelo adulto, com a finalidade de demonstrar a evidência e o desenvolvimento das competências. Ou seja, este instrumento permite ao adulto identificar os elementos significativos relativamente a progressão das suas aprendizagens ao longo da vida. Desta forma, este instrumento pode ser entendido como o reflexo do percurso do adulto, ao mesmo tempo que permite aos elementos das equipas dos Centros Novas Oportunidades ajustar as suas intervenções de forma adequada.

Antes do adulto fazer a recolha dos documentos, deve ser informado dos critérios de sucesso e objectivos (podendo criar uma planificação pessoal do PRA) que se espera encontrar no seu portefólio e da reflexão que ai deve incluir. Os critérios podem ser, por exemplo, sobre:

- a apresentação visual/gráfica dos documentos;
- a qualidade da língua/do discurso;
- a organização do portefólio;
- a pertinência dos documentos incluídos.
O Portefólio não é elaborado só para o Adulto. Ele é um instrumento comum entre o Adulto e a Equipa, por isso, deve permitir respostas concretas e saber:
- Situar-se facilmente?
- Perceber porque é que os documentos escolhidos são pertinentes?
- Tem reflexões? De que natureza? Em que medida estão ajustadas às orientações da Equipa? E à História de Vida?
Fonte e mais informação pode ser consultada aqui: CONSTRUÇÃO DE UM E-PORTEFÓLIO

sexta-feira, 13 de março de 2009

CURRICULUM VITAE

Curriculum Vitae:
Insira a sua fotografia. (facultativo)

Informação pessoal:
Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Apelido(s) Nome(s)
Morada(s) Rua, número, código postal, localidade, país
Telefone(s) Telemóvel: Facultativo
Fax(es) Facultativo
Correio(s) electrónico(s)
Nacionalidade
Data de nascimento
Sexo

Experiência profissional:

Datas-Comece por indicar a experiência profissional mais recente; a cada posto profissional pertinente deverá corresponder uma entrada separada. Facultativo
Função ou cargo ocupado
Principais actividades e responsabilidades
Nome e morada do empregador
Tipo de empresa ou sector

Formação académica e profissional

Datas Comece por indicar a formação mais recente; a cada curso pertinente que tenha concluído deverá corresponder uma entrada separada. Facultativo
Designação da qualificação atribuída
Principais disciplinas/competências profissionais
Nome e tipo da organização de ensino ou formação
Nível segundo a classificação nacional ou internacional Facultativo

Aptidões e competências pessoais

Primeira língua Indique a(s) sua(s) língua(s) materna(s)
Outra(s) língua(s)
Auto-avaliação Compreensão Conversação Escrita
Nível europeu (*) Compreensão oral Leitura Interacção oral Produção oral
Língua
Língua
(*) Nível do Quadro Europeu Comum de Referência (CECR)
Aptidões e competências sociais Descreva estas competências e indique o contexto em que foram adquiridas. Facultativo
Aptidões e competências de organização Descreva estas competências e indique o contexto em que foram adquiridas. Facultativo
Aptidões e competências técnicas Descreva estas competências e indique o contexto em que foram adquiridas. Facultativo
Aptidões e competências informáticas Descreva estas competências e indique o contexto em que foram adquiridas. Facultativo
Aptidões e competências artísticas Descreva estas competências e indique o contexto em que foram adquiridas. Facultativo
Outras aptidões e competências Descreva estas competências e indique o contexto em que foram adquiridas. Facultativo

Carta de condução Inclua nesta rubrica a(s) cartas de condução das quais é titular, especificando, se pertinente, a categoria de veículo. Facultativo

Informação adicional
Inclua nesta rubrica qualquer outra informação pertinente: por exemplo, pessoas de contacto, referências, etc. Facultativo.

Anexos
Enumere os anexos ao CV. Facultativo

Consultar:Europass

PRA: AUTOBIOGRAFIA

AUTOBIOGRAFIA
7 Passos para criar uma Autobiografia

 1º Passo- ENCONTRAR

Divida a sua história de vida em 4 partes
1)Infância
2)Adolescência
3)Adulto
4)Actualidade

 2ºPasso-DIVIDIR
Os momentos mais importantes em cada parte da sua vida

 3º Passo-DOCUMENTAR
Fotografias, documentos e etc.

 4º Passo-PROBLEMATIZAR
O que foram vivências pessoais, profissionais e o meu relacionamento com os outros.
O que aprendi? Reflectir!

 5º Passo- REESCREVER
Descreva

 6º Passo-PROPÔR
Dar a ler a outro o que escrevi e aceitar críticas.

 7º Passo-REVER
Responder à pergunta… PORQUÊ?
E ficar a saber que…este/esta sou eu!


(Proposta de trabalho! Mas seja original!!!)

PRA: PORTEFÓLIO

um portefólio é…
“um conjunto coerente de documentação reflectidamente seleccionada, significativamente comentada e sistematicamente organizada, contextualizada no tempo, reveladora de um percurso”. (Tavares e Alarcão, 2003)
Estrutura
Material: dossier, separadores
Organização: núcleos, temas, domínios
Identificação: (instituição, nome, curso, nível)
Índice/guião: construído e reconstruído
Apresentação do Autor
Conteúdo
 Auto-biografia
 recolha de Informação na Comunicação Social, livros, Internet, outras fontes;
 trabalhos feitos nas aulas ou em casa;
 experiências realizadas, incidentes críticos;
 resumos, esquemas, relatórios, notas;
 fichas de leitura, diários de aprendizagem, narrativas de aprendizagem, fotografias,
 entrevistas, pareceres (professores, colegas);
 outros documentos;
 razões da inclusão dos documentos;
 reflexões do formando;
 todos os documentos já avaliados, mesmo se já reformulados

Critérios de construção e avaliação do portefólio

 Apresentação, criatividade, originalidade
 Organização: estruturação, sequencialidade
 Adequada justificação/fundamentação dos documentos
 Reflexividade, criticidade, problematização
 Qualidade das reflexões e da (auto)análise desenvolvida
 Representatividade, selectividade, diversidade, coerência
 Datação, indicação das fontes
 Correcção linguística, adequação às competências
 Iniciativa, autonomia, responsabilidade
 Carácter aberto, flexível e dinâmico
 Perseverança, melhoria constante