sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

TAREFAS AO LONGO DO CURSO

TRABALHOS DAS DISCIPLINAS
AUTOBIOGRAFIA
CURRICULUM VITAE

TAREFAS ESCOLARES 2º Período

INSERIR IMAGENS E RESPECIVAS LEGENDAS

1- IMAGENS DA FESTA DE NATAL DA ESCOLA
2- IMAGENS DO CARNAVAL DA ESCOLA
3- IMAGENS E TEXTO DOS DIAS IMPORTANTES

TAREFAS ESCOLARES 2º Período

CRIAR HIPERLIGAÇÕES


Dicionario: http://www.portuguesexacto.pt

Site oficial da escola: http://www.eb23s-alfandega.edu.pt

Blogue do EFA: http://efansjoaonunes.blogspot.com

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Bibliografia nacional

Bernardes, C. & Miranda, F. B. (2003). Portefólio – uma escola de competências. Porto: Porto Editora.

Ceia, C. (2001). A construção do porta-fólio da prática pedagógica: um modelo dinâmico de supervisão e avaliação pedagógicas. INAFOP Jornal. Extraído da Internet e disponível em http://www.fcsh.unl.pt/docentes/cceia/E_porta_folio.htm

Coelho, C. & Campos, J. (2003). Como abordar …o portefólio na sala de aula. Porto: Areal Editores.

Fernandes, D.; Neves, A.; Campos, C.; Conceição, J. M. & Alaiz, V. (1994). Portfolios: para uma avaliação mais autêntica, mais participada e mais reflexiva. In Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.

Grilo, J. M. (2002). Portfolios reflexivos na formação inicial de professores: um estudo na formação inicial de professores de biologia e geologia ao nível do estágio pedagógico integrado. Tese de mestrado não publicada, Universidade de Évora, Departamento de Pedagogia e Educação, Évora.

Grilo, J. M. (2005). Portefólio das ciências: Uma pasta com gente dentro. Caderno do Professor de apoio ao manual de Ciências Terra Viva – 6ºAno. Lisboa: Santillana-Constância Editores.

Grilo, J. M. & Machado, C. G. (2003). Os portfolios na formação inicial de professores: instrumentos alternativos para formar profissionais reflexivos? In Neto, A. et al. (Org.) Didácticas e Metodologias da Educação – Percursos e Desafios (pp. 869-878). Évora: Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora.

Grilo, J. M. & Machado, C. G. (2005). Portfolios Reflexivos na Formação Inicial de Professores de Biologia e Geologia: Viagens na Terra do Eu. In Sá-Chaves, I. (Coord.) Os “Portfolios” Reflexivos (Também) Trazem Gente Dentro: reflexões em torno do seu uso na humanização dos processos educativos (pp. 21-49). Porto: Porto Editora.

Nunes, J. (1999). Portfolio: uma nova ferramenta de avaliação? Noesis, 52, 48-51.

Nunes, J. (2000). O professor e a acção reflexiva – Portfolios, “Vês” heurísticos e mapas de conceitos como estratégias de desenvolvimento profissional. Porto: Edições ASA.

Sá-Chaves, I. (2000). Portfolios reflexivos – estratégia de formação e de supervisão. Aveiro: Universidade de Aveiro.

Valadares, J. & Graça, M. (1998). Avaliando para melhorar a aprendizagem. Colecção Plátano Universitária. Lisboa: Plátano Edições Técnicas.

Etapas do portefólio

Tendo em conta várias propostas da bibliografia e a minha própria experiência, considero que, de modo a garantir uma implementação cuidada e harmoniosa, devem ser respeitadas, pelo menos, as seguintes etapas:

Planificação. Envolve sobretudo o professor, mas também os alunos que podem (e devem) ser chamados a dar o seu contributo para a implementação da metodologia.

Apresentação aos alunos. Clarificação dos objectivos do portefólio. Pode ser feita uma apresentação oral da metodologia. Por exemplo, partindo do que os alunos já sabem sobre o termo “portefólio”. Estes, podem nem sequer o conhecer, como podem já ter conhecimento da sua aplicação no campo das artes (pintura, fotografia, arquitectura, etc.) podendo esta aplicação constituir um ponto de partida para a introdução, estabelecendo as semelhanças e diferenças entre este portefólio (conjunto dos melhores trabalhos do artista) e o portefólio do aluno (muito mais de que um conjunto de trabalhos e não necessariamente os melhores). Os alunos podem demorar a interiorizar os princípios da metodologia pelo que é aconselhável o fornecimento simultâneo de uma ficha ou brochura de consulta com as principais orientações.

Colecção. Recolha dos trabalhos. A recolha de evidências para o portefólio pode resultar do normal desenrolar das actividades lectivas. Ou seja, não tem que haver necessariamente um acréscimo de trabalho por parte dos alunos nesta fase. Se já fazemos assentar a nossa prática regular numa confortável diversidade de estratégias e metodologias não teremos dificuldade em ficar satisfeitos com a riqueza de evidências apresentada nos portefólios. Se ainda não o fazemos, poderemos vir a sentir a necessidade de desenvolver novos trabalhos e actividades que ajudem os nossos alunos a demonstrar as suas competências.

Organização. As diferentes evidências devem estar organizadas na pasta ou dossiê de modo a permitir um fácil acesso e consulta. Tal organização pode ser deixada ao critério dos alunos, partir de sugestões nossas ou, como sempre, ser um processo negociado.

Reflexão. A mais importante etapa do processo. Pode ocorrer em vários momentos. Por exemplo, sempre que é adicionada um novo trabalho ou sempre que o portefólio é revisto. Nesta etapa o aluno reflecte sobre cada uma das evidências que seleccionou para o seu portefólio, decide quais são as mais representativas dos seus progressos, das suas capacidades e competências, e que, como tal devem permanecer no portefólio enquanto outras devem sair. Esta reflexão pode ser auxiliada por fichas desenvolvidas para o efeito.

Avaliação. Etapa em que o professor e o aluno se encontram para discutir a avaliação do portefólio. O aluno faz a sua auto-avaliação, que deve também ser escrita, transmite essa percepção que tem do seu trabalho ao professor e este fará chegar ao aluno um feedback – de preferência também escrito – da avaliação que faz do seu trabalho. Cada aluno pode também ser incentivado a solicitar uma co-avaliação por parte de um colega.

Divulgação. Sempre que possível, numa fase mais avançada do processo, deve ser promovida uma apresentação oral do portefólio. Regra geral, os nossos alunos vão desenvolver em relação ao seu portefólio um sentimento de orgulho pelo trabalho desenvolvido pelo que se sentirão motivados para fazer a sua apresentação perante os colegas, professores ou até mesmo os pais, se estes forem convidados a assistir.

Formato/Suporte do portefólio

a do formato/suporte em que o portefólio é apresentado.
É claro para todos que o mais importante num portefólio é o seu conteúdo, o que diz sobre a pessoa que está lá dentro! Agora, não é menos verdade que “os olhos também comem” e o modo como nos apresentamos perante os outros, sobretudo em contextos de avaliação, não só é importante como pode fazer toda a diferença. E se o fizermos com um toque pessoal de originalidade e inovação, tanto melhor.
Portanto, penso que a melhor solução para a questão é simplesmente dar total liberdade ao aluno para apresentar o portefólio no formato que preferir. Só assim podem surgir apresentações que nos surpreendam.
Sempre que damos alguma orientação quanto à forma do portefólio ou apresentamos exemplos, a esmagadora maioria dos alunos irá cair na tentação de apresentar algo semelhante ao que mostrámos.

Todas as possibilidades são válidas. Para além dos dossiês, podem surgir os diários ou jornais, os posters e cartazes, as apresentações em PowerPoint ou “Flash”, as páginas web (Webfólios!), os filmes, os documentários ou as encenações teatrais, até as caixas de sapatos (no caso dos miúdos!). O limite é mesmo a imaginação!

Blogfolios

Tradicionalmente, os arquitectos, artistas e modelos usam os portefólios para apresentarem amostras do seu trabalho ou para demonstrar as suas capacidades a potenciais empregadores. Para estes profissionais, os portefólios constituem um registo e uma demonstração dos objectivos alcançados e dos atributos profissionais desenvolvidos ao longo do tempo e em colaboração com outros (Winsor, 1998).
Ao ser importado para o campo educativo o conceito de portefólio sofreu profundas alterações.
A aplicação deste conceito nos contextos de ensino, mais concretamente na avaliação do desempenho dos professores teve o seu início no Canadá, na década de 70, onde era designado por “teaching dossier”. Contudo, a origem do “portfolio movement” viria a localizar-se nos Estados Unidos, no início da década de 90, sendo de destacar, para tal, os trabalhos pioneiros desenvolvidos por Lee Shulman e os seus colegas no Teacher Assessment Project (TAP), do Institute for Research on Teaching, Michigan State University. Deste trabalho resultou um dos primeiros texto publicados sobre o tema, “The scholteacher’s portfolio: an essay on possibilities”, de Tom Bird, que se tornou, em 1990,num capítulo do livro “The new handbook of teacher evaluation: assessing elementary and secundary school teachers” editado por Millman & Darling-Hammond (Shulman, 1998). Com a curiosidade de ser uma apresentação teórica do portefólio num momento que, na prática, ainda muito pouco estava feito.
Desde esse momemto, sobretudo nos países anglo-saxónicos e com natural relevância para os Estados Unidos, onde foram considerados pela Association for Supervision and Curriculum como uma das três metodologias de topo, actualmente em uso no país os portefólios têm vindo a ganharam um lugar de destaque em âmbitos tão diversificados como, por exemplo:
· a avaliação da aprendizagem dos alunos (neste momento, existem estados nos Estados Unidos em que o portefólio constitui um instrumento de avaliação da totalidade dos alunos);
· a avaliação de professores em formação e certificação de professores já formados ( a americana National Board for Professional Teaching Standards, criada para melhorar a qualidade da certificação de professores a nível nacional, faz depender essa certificação da apresentação de um portefólio);
· a avaliação dos professores universitários (segundo Rodriguez-Farrar, em 1998 eram mais de 400 as instituições que nos Estados Unidos usavam os portefólios para a avaliação do desempenho dos seus docentes);
· como forma especial de Curriculum vitae, demonstrativo de determinadas competências e capacidades para determinado emprego ou função (Nunes, 2000) (nos Estados Unidos os professores são responsáveis pela procura da sua própria colocação, passando muitas vezes por entrevistas nas escolas onde pretendem ser colocados).
Em Portugal, estamos ainda a dar os primeiros passos no que a esta estratégia de investigação-acção-formação se refere. Como nos diz Sá-Chaves (2000), “têm vindo a ser desenvolvidos esforços no sentido de uma melhor compreensão das implicações positivas que possam decorrer da sua utilização como estratégia de formação, de investigação, de avaliação e ainda como estratégia de investigação ao serviço da qualidade da formação”.

O que é o portefólio do aluno?

De acordo com Valadares e Graça (1998), o portefólio do aluno pode ser entendido como uma colecção organizada e devidamente planeada de trabalhos produzidos pelo aluno ao longo de um período de tempo, de forma a poder proporcionar uma visão tão alargada quanto possível do seu desenvolvimento (cognitivo, metacognitivo e afectivo). Para a National Education Association, EUA (1993), corresponde a um registo da aprendizagem baseado no trabalho do aluno e na sua reflexão sobre esse trabalho.
Daqui sobressaem as características mais marcantes desta metodologia:
· Uma colecção de trabalhos; Quer a selecção de trabalhos seja da responsabilidade do aluno, quer seja determinada pelo professor ou quer resulte de decisões negociadas entre ambos, a colecção de trabalhos resultante deve revestir-se sempre de um carácter representativo, opondo-se claramente a recolhas sistemáticas e exaustivas do trabalho desenvolvido pelo aluno;
· Criada com um propósito; Promover o desenvolvimento de competências gerais, competências específicas, constituir um elemento de avaliação dos progressos do aluno numa ou em várias disciplinas, etc.
Com espaço para a reflexão e auto-avaliação do aluno; A “pedra de toque” do portefólio. O que o transforma num “potente” instrumento de aprendizagem e desenvolvimento.
Retomando a ideia de que o portefólio é uma pasta com gente dentro, o portefólio do aluno pode ser entendido como um roteiro dos percursos pessoais de crescimento, desenvolvimento e aprendizagem do aluno, da pessoa a que pertence. É um diário educativo ou autobiografia do aprendente em que o mesmo de deve encontrar profundamente implicado (Nunes, 2000).

O 25 DE ABRIL E A CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA

A Revolução do 25 de Abril
Em 1968 Salazar adoece e é substituído na chefia do Governo por Marcelo Caetano. Mantinham-se a falta de liberdade, a guerra colonial, a proibição de partidos, as duras condições de vida que levavam à emigração.
Portugal estava cada vez mais isolado internacionalmente e o descontentamento era cada vez maior.
Nesta situação, e cansados de uma guerra que parecia não ter fim, um grupo de jovens militares formou o Movimento das Forças Armadas (MFA) e preparou em segredo um golpe militar para derrubar a ditadura.
No dia 25 de Abril de 1974, várias unidades militares avançaram sobre Lisboa e, sem encontrar resistência, ocuparam pontos importantes no país, derrubaram o governo, prenderam Marcelo Caetano e Américo Tomás (posteriormente exilados para o Brasil).
O capitão Salgueiro Maia chefiava uma destas unidades militares.
Para a vitória dos militares muito contribuiu a população que logo aderiu ao movimento militar, saiu à rua em massa e apoiou os soldados.
O Programa do MFA
O poder foi entregue a uma Junta de Salvação Nacional, constituída por militares e presidida pelo General Spínola. Foi apresentado o programa do MFA com as orientações políticas até ser elaborada nova constituição: democratização da sociedade portuguesa através de medidas que restituíam as liberdades aos cidadãos:

-libertação dos presos políticos;
-extinção da PIDE, da Legião e da Mocidade Portuguesa;
-abolição da censura e reconhecimento da liberdade de expressão; discussão do problema da guerra colonial.
A Descolonização
O Programa do MFA previa a discussão do problema da guerra colonial. Em Julho de 1974, o Presidente da República, General Spínola, reconheceu o direito à independência dos povos africanos.
Iniciaram-se negociações para a descolonização: o governo dos territórios africanos foi entregue aos representantes dos movimentos de independência das colónias, os militares portugueses regressaram a Portugal e milhares de civis voltaram também (retornados).
Formaram-se assim cinco novos países africanos independentes.
Timor foi invadido e anexado pela Indonésia em Dezembro de 1975. Durante 24 anos a resistência timorense lutou pela independência que só veio a alcançar em Maio de 2002Macau voltou a ser território chinês em Dezembro de 1999.
A Consolidação do Regime Democrático
Para acabar com a ditadura e estabelecer em Portugal um regime democrático era necessário substituir a Constituição de 1933.
A 25 de Abril de 1975, realizaram-se eleições para formar a Assembleia Constituinte. Ao contrário do que sucedia em ditadura, estas foram eleições livres: concorreram vários partidos; todos eles puderam fiscalizar o acto eleitoral para não haver fraude; puderam votar todos os homens e mulheres maiores de 18 anos.
A missão dos deputados eleitos era elaborar uma nova constituição que veio a ser aprovada em 2 de Abril de 1976 - a Constituição de 1976.
Esta constituição restabeleceu a democracia, assegurando aos portugueses os direitos e liberdades fundamentais: liberdade de expressão e de reunião e associação; liberdade sindical; direito ao trabalho; direito à educação e à saúde.
"O País foi informado ao princípio da madrugada, através do Rádio Clube Português, de que as Forças Armadas haviam desencadeado um movimento contra o regime. Mais tarde, um novo comunicado do Movimento das Forças Armadas informou que o Movimento visava a libertação do País do regime que o oprimiu desde o golpe de Estado de 28 de Maio de 1926. As forças armadas pretendiam também pôr fim às guerras na Guiné, Angola e Moçambique. Sabe-se que as forças militares revolucionárias ocuparam, ao princípio da madrugada, os estúdios da Emissora Nacional. Foram igualmente ocupados os estúdios da Radiotelevisão Portuguesa e os do Rádio Clube Português.
A população de Lisboa saiu à rua, em plena Baixa, no meio de indescritível entusiasmo."

BLOGUES: SEGURANÇA

COMO UTILIZAR UM BLOGUE EM SEGURANÇA
A prática de manter um blogue está a crescer exponencialmente. No entanto, uma página pessoal acessível a qualquer pessoa pode ter alguns riscos.
Sobretudo entre os adolescentes, que muitas vezes mantêm blogues sem o conhecimento dos seus pais ou encarregados de educação, o risco é maior.

Algumas dicas para garantir a segurança quando utilizamos estas páginas pessoais:
Nunca divulgar informações pessoais, tais como apelido, contactos, endereço de casa, número de telefone, nome da escola, endereço de correio electrónico, nomes de amigos e familiares, nomes que usam em mensagens instantâneas, idade ou data de nascimento.
Não publicar fotos, deles ou de outras pessoas. Além disso, devem certificar-se de que quaisquer imagens publicadas nunca revelam nenhuma das informações acima indicadas. Não se esqueça de ver sempre o que está em pano de fundo, numa fotografia;
Parta do princípio de que tudo o que é publicado na Web tem um carácter permanente. Qualquer pessoa que aceda a um blogue através da Internet pode imprimir os conteúdos de um blogue ou gravá-los para um computador.
Use sempre fornecedores de serviços de blogues com os termos de utilização claramente identificados e certifique-se de que eles podem garantir a protecção dos conteúdos dos blogues (e não apenas as contas de utilizador) com passwords.
Atitude a ter com os seus filhos
Verifique o que os seus filhos pretendem colocar no blogue, antes de o publicarem. Informações que podem parecer inocentes, como uma fotografia da escola ou da sua casa, podem ser usadas para identificar o autor.
Considere se se sente confortável em divulgar essa informação e colocá-la ao alcance de qualquer estranho. Se tiver dúvidas, o melhor é retirar esses dados.
Avalie o serviço de gestão dos blogues e verifique se oferece blogues privados, protegidos por passwords.

E-portfolio

O meu BLOGUE é um portfolio de Educação
O MÉTODO DO PORTFOLIO
Portfolio: Pasta para guardar documentos, fotos, etc. Utilizada na educação como diário de bordo onde se registam ocorrências e conteúdos relacionados com projectos e trabalhos desenvolvidos.
A minha proposta é utilizar o BLOGUE como forma de portfólio onde a professora e os alunos registam percepções sobre as suas aprendizagens.
O E-portofólio consiste num instrumento pedagógico de empregabilidade, em que as pessoas não só coleccionam um conjunto de documentação que seja revelador das suas competências e de aspectos que possam constituir bons incentivos à sua empregabilidade, como podem ainda, inserir as suas “Histórias de vida”, em que reflectem sobre a sua vida, sobre o seu percurso.
Para realizar as suas histórias de vida, em vídeo, em fotografia, em texto, podem utilizar-se tecnologias de vídeo simples como o Windows Movie Maker ou programas mais avançados.

Como vêem os meus alunos começaram a frequentar este blogue que me serve também de portfolio. Aqui tenho colocado materiais pedagógicos, fichas, leituras, fotografias, filmes, desenhos, enfim, tudo aquilo que acho pertinente a uma boa interacção pedagógica.
Portfolio - uma nova forma de avaliação da aprendizagem!
Quando ouvimos falar em portfolio, a primeira imagem que nos surge é a dos portfolio dos artistas plásticos, fotógrafos, actores de teatro e cinema. Normalmente, o seu portfolio consiste numa colecção dos seus trabalhos já realizados ou em desenvolvimento, através da qual procuram comprovar as suas capacidades criadoras e artísticas, evidenciar as suas características pessoais e profissionais.
No entanto, nos últimos anos, outras áreas profissionais têm descoberto no portfolio um instrumento autêntico e precioso na avaliação do desenvolvimento. Concretamente na área da Educação, diversas experiências têm sido realizadas no sentido de utilizar o portfólio quer na avaliação dos professores em formação, quer na aprendizagem dos alunos.
Neste sentido, o que é, então, um portfolio e como pode ser utilizado na avaliação dos alunos?
Um portfolio de evidências de aprendizagens é uma "colecção organizada e devidamente planeada de trabalhos produzidos por um aluno ao longo de um dado período de tempo, e que procura evidenciar as diversas componentes do seu desenvolvimento (cognitivo, metacognitivo, moral, afectivo...) e do seu percurso escolar". Essas evidências incluem todas as áreas do programa, os diferentes modos de trabalho, as oportunidades de aprendizagem criadas, o envolvimento dos alunos e dos pais. Utilizando as palavras de Sá-Chaves (1998:140), é como se fosse "uma longa, longa carta, sempre enviada a si próprio e ao formador (professor) e também sempre devolvida, porém, sempre enriquecida por nova informação".
O portfolio poderá, pois, incluir diversos itens, conforme a sua definição e organização, e de acordo com o contexto concreto em causa. Vejamos alguns exemplos:
Relatórios, anotações, rascunhos, esboços,
Composições, relatos descritivos
Registos das reuniões de pais
Reacções a visitas de estudo e outras actividades
Testes
Trabalhos individuais
Trabalhos em grupo
Trabalhos de casa
Desenhos, histórias, trabalhos plásticos,
Reflexões do aluno, pesquisas feitas por sua iniciativa
Resoluções de exercícios e de problemas
Fotografias dos momentos de aprendizagem.
O portfólio pode apresentar inúmeras vantagens, quando bem planeado, organizado e planeado. A avaliação é mais autêntica, pois decorre directamente do desenvolvimento das tarefas da aprendizagem; é mais participada, porque envolve a partilha do poder entre professor, aluno e pais; é reflexiva, pois permite rever crítica, consciente e sistematicamente o trabalho feito; estimula o desenvolvimento da autonomia; promove a descoberta, a pesquisa e a experimentação; desempenha um papel importante na estruturação e organização do currículo; proporciona ao professor um melhor conhecimento acerca do aluno, das suas características, das suas necessidades, da metodologia que melhor se adapta a cada um; contribui para o aumento da auto-estima do aluno, na medida em que tem mais possibilidades de mostrar o que sabe e o que consegue fazer.
Contudo, esta forma de avaliação é apenas válida em determinados contextos educativos. Isto é, são necessárias algumas alterações à forma "tradicional" de ensino-aprendizagem mais comummente utilizada na sala-de-aula. Pressupõe-se um ambiente de aprendizagem que valorize as capacidade de reflexão, análise crítica, aprendizagem pelo erro, cooperação, partilha de poder, que propõe diversas oportunidades para os alunos mostrarem as suas reais capacidades (e não se centre exclusivamente nos testes de avaliação), que tem por base a responsabilização dos alunos pelo seu próprio trabalho e a sua crescente autonomia.

Fonte: Correio da Educação (suplemento) Novembro de 2000

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

PORTUGAL: GUERRA COLONIAL



Um recurso para Informação/Reflexão
Foi apresentado um site sobre a Guerra Colonial. É um excelente recurso para reflexão e trabalho colectivo.

DARWIN


Uma visita a fazer...
Vale a pena a visita à exposição sobre Darwin presente na Fundação Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, assim como, do site de apoio à mesma que pode ser visitado aqui.

CARNAVAL : 22 Fevereiro


O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

14 de Fevereiro: Dia de São Valentim




São várias as teorias sobre a origem de São Valentim e a sua associação ao Dia dos Namorados. A teoria mais simplista apresenta São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., recusou abdicar da fé cristã que professava.
A outra teoria, mais elaborada, defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, de forma a angariar mais soldados para as frentes das suas batalhas. No entanto, um sacerdote de nome Valentim, teria violado o decreto imperial, realizando casamentos em segredo. Após ter sido descoberto, Valentim foi preso, torturado e condenado à morte. Enquanto esteve na prisão, ele teria recebido muitas mensagens de encorajamento e flores das pessoas que acreditavam no amor. Surgiu também, durante o seu cativeiro, uma mulher de nome Júlia, filha do seu carcereiro, cega desde nascença, que visitara-o com alguma frequência levando-lhe comida e muita conversa. Diz a história que Valentim, sensibilizado com o problema de Júlia, implorou diariamente a Deus para que a fizesse recuperar a visão. Certo dia, durante uma das suas visitas, uma luz iluminou a cela e Júlia começou a chorar… ela começou a ver. Perante este milagre, toda a sua família converteu-se ao Cristianismo. Claudius II, sabendo desta história e percebendo que Valentim não tinha renunciado o seu Deus, condenou-o à morte. Ambas as teorias defendem que São Valentim fora um sacerdote cristão, fora mártir e que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C..

Quanto à data, algumas pessoas acreditam que se comemora neste dia por ter sido a data da morte de São Valentim. Por outro lado, outros reivindicam que foi a Igreja Católica a decidir celebrar a ocasião nesta data como uma forma de cristianizar as celebrações pagãs da Lupercalia. Resumidamente, Fevereiro era o mês oficial do início da Primavera, sendo considerado o tempo de purificação. O dia 14 de Fevereiro, na Antiga Roma, era dedicado à Deusa Juno – a Deusa das mulheres e do casamento. No dia seguinte, 15 de Fevereiro, iniciava-se a Lupercalia celebrando-se assim o amor e a juventude. Durante os festejos, eram sorteados os nomes dos apaixonados que teriam de ficar juntos, sendo que muitas vezes esses casais apaixonavam-se e casavam. São Valentim, como tinha sido morto a 14 de Fevereiro, foi razão para fazer uma adaptação da Lupercalia ao cristianismo, tornando-o o protector dos enamorados. São Valentim, além de proteger os namorados, é patrono dos Apicultores, e também é invocado contra a Peste.

CHE GUEVARA

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

TAREFAS ESCOLARES DO PRA 2º Período

-Colocar logotipos das entidades oficiais do curso no Blog
-Colocar hiperligações no Blog

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

TAREFAS ESCOLARES DO PRA 1º Período

1º Período
Criar E-mail do Gmail
Criar Blogue do Blogger
Criar a auto-biografia
Criar o curriculo vitae (europeu)
Carta ao professor
Criar um dossier
Entrar na rede social (http://professorjoaonunes.ning.com/)
Blogue do EFA NS (http://efansjoaonunes.blogspot.com/)

sábado, 22 de novembro de 2008

Olá

Bem-vindos alunos do EFA NS