domingo, 7 de junho de 2009

HISTÓRIA DE VIDA: CONCEITOS


História de Vida:
Visões e Orientações
«São muitos os métodos e as técnicas de colecta e análise de dados em uma abordagem qualitativa e, entre eles, a história de vida ocupa lugar de destaque. Através da história de vida pode-se captar o que acontece na intersecção do individual com o social, assim como permite que elementos do presente fundam-se a evocações passadas. Podemos, assim, dizer, que a vida olhada de forma retrospectiva faculta uma visão total de seu conjunto, e que é o tempo presente que torna possível uma compreensão mais aprofundada do momento passado.

É o que, em outras palavras, nos diz SOARES (1994) quando discute as articulações entre os conceitos vida e sentido:

“Somente a posteriori podem-se imputar, aos retalhos caóticos de vivência, as conexões de sentido que os convertem em ‘experiência’” (SOARES, 1994:23).

Cabe lembrar que deve-se estar ciente dos avanços e recuos, da cronologia própria, e da fantasia e idealização que costumam permear narrativas quando elas envolvem lembranças, memórias e recordações.

FARIAS (1994) adverte que as entrevistas de história de vida trabalham com memória e, portanto, com selectividade, o que faz com que o entrevistado aprofunde determinados assuntos e afaste outros da discussão.

No entanto, como nos diz BOSI (1994), o que interessa quando trabalhamos com história de vida é a narrativa da vida de cada um, da maneira como ele a reconstrói e do modo como ele pretende seja sua, a vida assim narrada.

QUEIROZ (1988) coloca a história de vida no quadro amplo da história oral que também inclui depoimentos, entrevistas, biografias, autobiografias. Considera que toda história de vida encerra um conjunto de depoimentos e, embora tenha sido o pesquisador a escolher o tema, a formular as questões ou a esboçar um roteiro temático, é o narrador que decide o que narrar. A autora vê na história de vida uma ferramenta valiosa exactamente por se colocar justamente no ponto no qual se cruzam vida individual e contexto social.

HAGUETTE (1987) considera que a história de vida, mais do que qualquer outra técnica, excepto talvez a observação participante, é aquela capaz de dar sentido à noção de processo. Este “processo em movimento” requer uma compreensão íntima da vida de outros, o que permite que os temas abordados sejam estudados do ponto de vista de quem os vivencia, com suas suposições, seus mundos, suas pressões e constrangimentos.

CAMARGO (1984) complementa que o uso da história de vida possibilita apreender a cultura “do lado de dentro”; constituindo-se em instrumento valioso, uma vez que se coloca justamente no ponto de intersecção das relações entre o que é exterior ao indivíduo e aquilo que ele traz dentro de si.

O mesmo pensa CIPRIANI (1988) quando considera o “livre fluir do discurso”, condição indispensável para que vivências pessoais despontem profundamente entranhadas no social, o processo de “escavação do microcosmo” deixa entrever o “macrocosmo”, o universal mostra-se invariavelmente presente no singular.

BECKER (1994) acrescenta que a história de vida aproxima-se mais do terra a terra, a história valorizada é a história própria da pessoa, nela são os narradores que dão forma e conteúdo às narrativas à medida que interpretam suas próprias experiências e o mundo no qual são elas vividas.

Diz-nos DENZIM (1984) que a temporalidade é básica no estudo das vidas e distingue duas formas de temporalidade. O tempo mundano relacionado a presente, passado e futuro como horizonte temporal contínuo e o tempo fenomenológico que é o tempo como fluxo contínuo, é o tempo interior, contínuo e circular. Diz ainda que uma vida pode ser mapeada em termos de episódios cruciais de cujo manejo resultam os seus significados. E, contando delas, as pessoas contam mais do que uma vida, elas contam a vida de uma época, de um grupo, de um povo.

Apoiando-se em SARTRE, comenta o autor:

“As pessoas comuns universalizam, através de suas vidas e de suas acções, a época histórica em que vivem. Elas são exemplos singulares da ‘universalidade da história humana’” (SARTRE, 1981:43 apud DENZIM, 1984:30).

A definição de história de vida dada por GOY (1980) complementa os vários elementos já apontados pelos autores acima cotejados. Ele, assim, acrescenta ser a história de vida “um arquivo entrelaçando o verdadeiro, o vivido, o adquirido e o imaginado” (Goy,1980:743 apud Pesce, 1987:154).

A história de vida pode ser, desta forma, considerada instrumento privilegiado para análise e interpretação, na medida em que incorpora experiências subjectivas mescladas a contextos sociais. Ela fornece, portanto, base consistente para o entendimento do componente histórico dos fenómenos individuais, assim como para a compreensão do componente individual dos fenómenos históricos.»

O PROFESSOR DIGITAL


Um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso do computadores para ele mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva com seus alunos.
1. Possuir um endereço de e-mail e utilizá-lo pelo menos duas vezes por semana (o ideal seria fazê-lo diariamente);
2. Possuir um blog, um site ou uma página atualizável na Internet onde regularmente se produz, socializa e se confronta seu conhecimento com outras pessoas;
3. Participar ativamente de um ou mais “grupos de discussão”, fórum ou comunidade virtual ligada à sua atividade educacional;
4. Possuir algum programa de troca de mensagens on-line, como o MSN, com, no mínimo, dois colegas de profissão em sua “lista de contatos” e usá-lo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana, em média;
5. Assinar algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à educação ou à sua disciplina específica, e lê-lo regularmente;
6. Preparar rotineiramente provas, resumos, tabelas, roteiros e materiais didáticos diversos usando um processador de textos (como o Word, por exemplo), uma planilha eletrônica (como o Excel) ou um programa de apresentações multimídia (como o PowerPoint);
7. Fazer pesquisa na Internet regularmente com vistas à preparação de suas aulas (no mínimo) e, preferencialmente, manter um banco de dados de sites úteis para sua disciplina e para a educação em geral. Melhor ainda seria compartilhar esse banco de dados com colegas e alunos;
8. Preparar pelo menos uma aula por bimestre sobre um tema de sua disciplina onde os alunos usarão os computadores e a Sala de Informática de forma produtiva e não apenas para “matar o tempo”;
9. Manter contato com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média;
10. Manter-se atento para as novas possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tentar implementar novas metodologias em suas aulas.

DICAS

1. Reunir documentação.
• Reunir toda a documentação relativa a:
• Identificação pessoal.
• Percurso Escolar.
• Actividades Profissionais.
• Formação Profissional.
• Actividades sociais.
• Actividades lúdicas.
• Certificação profissional.
• Registos profissionais.
• Autorizações (Ex. condução).
• Outros relevantes para o processo.
2. Fazer uma Cronologia.
• Passo por passo, ano por ano, explique de forma resumida como decorreu a sua vida (principalmente do ponto de vista profissional) e destaque os principais acontecimentos.
3. Responder a Questões
• Para cada um dos acontecimentos que referiu no ponto anterior responda às seguintes questões:
• Porque foi importante para mim este acontecimento?
• O que aprendi com este acontecimento ao nível dos meus conhecimentos, aprendizagens e competências?
• O que ficou por fazer, pensar ou reflectir sobre esse momento?
• Como me relacionava com os outros nesse momento?
• Em que medida esse acontecimento mudou a minha vida?
• Como superei/actualizei/dinamizei os conhecimentos que adquiri com esse acontecimento?
• O que teria feito diferente?
• Qual o contexto em que esse acontecimento teve lugar?
4. Pedir Opiniões.
• Peça a outra pessoas do seu círculo de conhecimentos que comentem a sua cronologia e faça depois disso uma análise a esses comentários.
5. Fazer uma lista de dificuldades.
• Faça uma lista com aquilo que gostava de aprender ou com aqueles pontos em que sente mais dificuldade. Faça uma auto-avaliação de conhecimentos.
6. Fazer uma lista de pontos fortes.
• Faça uma lista de pontos onde indica aquilo que acha que, principalmente profissionalmente, se destaca pela positiva em si e no desempenho da sua função no seu dia-a-dia.
7. Fazer lista de tarefas.
• Faça uma lista de todas as tarefas que realiza durante um dia de trabalho e indique que conhecimentos tem que ter para as realizar com qualidade e segurança.
8. Descrever um dia da sua vida.
• Descreva um dia da sua vida. Mas faça-o como se não fosse você que o está a viver. Faça-o indicando o que podia mudar para melhor.
9. Fazer pesquisas.
• Faça pesquisas sobre temas que lhe interesse. Use a internet ou outro meio qualquer de consulta. Após a pesquisa faça uma análise crítica sobre o tema. Dê a sua opinião.
10. Leia um livro.
• Compre ou vá a uma biblioteca. Leia um livro. Faça um resumo e uma análise crítica da obra. Escolha autores e temas do seu gosto.
11. Ler uma notícia.
• Compre o jornal. Leia uma notícia. Faça uma análise e comentário a essa notícia. Escreva uma notícia sobre a sua participação no curso EFA.
12. Registar o tempo de trabalho.
• Registe o tempo gasto num dia no desenvolvimento das suas actividades profissionais.
13. Criar um Blog.
• Crie um blog, por exemplo em http://www.blogger.com/ e comece a fazer um diário da sua actividade profissional e percurso no EFA.
14. Criar uma conta de e-mail.
• Crie uma conta de e-mail (por exemplo em http://www.gmail.com/ ou http://www.hotmail.com/ ) e aceda ao Messenger.
15. Ter calma…
. Tenha calma. Quando acabar estas actividades terá um bom registo de começo para o EFA. Registe tudo em formato Word ou Excel ou qualquer outro sistema informático.
.Crie o seu portefólio pessoal em suporte de papel.

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA: DEBATE











quinta-feira, 28 de maio de 2009

GLOSSÁRIO

COMPETÊNCIA-a capacidade reconhecida para mobilizar os conhecimentos, as aptidões e as atitudes em contextos de trabalho, de desenvolvimento profissional, de educação e de desenvolvimento pessoal.

DUPLA CERTIFICAÇÃO- O reconhecimento de competências para exercer uma ou mais actividades profissionais e de uma habilitação escolar, através de um diploma.

REFERENCIAL- O que é um Referencial de Competências-Chave?É um instrumento para a educação e formação de adultos, face ao qual se avaliam as competências-chave adquiridas em diferentes contextos de vida com vista à atribuição de uma certificação. Constitui uma matriz integradora entre o reconhecimento e a validação das competências de que os adultos são portadores e o desenvolvimento de percursos formativos adequados às necessidades pessoais, sociais e profissionais que manifestam.
PRA- O que é um Portefólio Reflexivo de Aprendizagens?Uma colecção de documentos vários (de natureza textual ou não) que reflecte o desenvolvimento e progresso na aprendizagem, explicitando as experiências relevantes realizadas para alcançar os objectivos acordados. É simultaneamente representativo do processo e do produto de aprendizagem. Documenta experiências significativas e resulta de uma selecção eminentemente pessoal com o suporte de profissionais especializados.
CRÉDITOS- Quantos créditos são necessários para a obtenção do certificado/diploma?São precisos 44 créditos para que o candidato obtenha um certificado através deste sistema. Os créditos são distribuídos pelas três Áreas fundamentais do Referencial: 16 na Área Cidadania e Profissionalidade (CP); 14 na Área Sociedade, Tecnologia e Ciência; e 14 na Área Cultura, Língua, Comunicação (CLC).Existem diversos temas nos quais os candidatos poderão evidenciar competências, simultaneamente, em STC, CLC e em CP. Para tal torna-se necessário perscrutar as relações existentes entre as três Áreas de Competências-Chave.
UM CRÉDITO- Quando é que deve ser conferido um crédito?Sempre que o candidato evidenciar, de forma integrada, uma competência a partir de critérios de evidência, não apenas de identificação, mas também de compreensão de processos e de intervenção transformadora.

ESTRUTURA DO EFA SECUNDÁRIO



quarta-feira, 13 de maio de 2009

ACTIVIDADE INTEGRADORA 2

DEBATE: ENERGIAS RENOVÁVEIS e ENERGIAS NÃO RENOVÁVEIS
DATA DO DEBATE: 05/06/2009
LOCAL: AUDITÓRIO
HORA: 20.30
MODERADORES: JACINTA/ANA MAIA
GRUPO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS
RUI
IGOR
EMÍDIO
DAVID
CONCEIÇÃO
MIGUEL
MARIA JOSÉ
GRUPO DAS ENERGIAS NÃO RENOVÁVEIS
MARINA
RODOLFO
LICÍNIA
CATARINA
ANTÓNIO LEITÃO
ANTÓNIO ROMANO
PEDRO RUIVO

segunda-feira, 11 de maio de 2009

ACTIVIDADE INTEGRADORA: DEBATE

ORGANIZAÇÃO DO DEBATE
MATERIAL NECESSÁRIO: 2 Mesas: 2 Microfones.
Quadro branco: Computador: Videoprojector: PowerPoint com o tema. 5 cadeiras: intervenientes: 2 Energias Renováveis + 2 Energias não renováveis; 1 Moderador;
ABERTURA
MODERADOR: (controla os tempos)
Apresentação do TEMA
Apresentação dos intervenientes (currículo)
AGRADECIMENTO .

MODERADOR:
APRESENTAÇÃO
Apresentação do tema em PowerPoint

MODERADOR: Dá a palavra (+-10 m) a cada um dos intervenientes.

ORGANIZAÇÃO: Ter em atenção os tempos de cada um (um aluno controlador do tempo)

MODERADOR: DAR A PALAVRA A (+-3 membros +- do público)

MODERADOR: Dá a palavra (+-5 m finais) a cada um dos intervenientes
1 SECRETÁRIO TOMOU NOTAS PARA A CONCLUSÃO FINAL DO DEBATE

ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS
AGRADECIMENTOS: À MESA E AO PÚBLICO
ENTREGA DE CERTIFICADOS DE PARTICIPAÇÃO A TODOS OS PARTICIPANTES

ACTIVIDADE INTEGRADORA: DEBATE

ORGANIZAÇÃO DE UM DEBATE

O debate é uma actividade que decorre naturalmente da vida em sociedade e que nos permite a troca de ideias, o confronto de pontos de vista e a reflexão. Além disso, a informação aumenta, aprende-se a tomar a palavra, a demonstrar e a convencer.

Para que o debate corra bem convém definir:

1. O papel de cada um dos intervenientes. Um debate é uma troca activa, em que se recebe, ouvindo atentamente os outros, e em que se dá, exprimindo as nossas convicções sobre os temas em discussão. Para tal, é preciso:
• Saber ouvir
Cada um tem direito à expressão. Não se deve ironizar nem cortar a palavra. Mesmo que não se partilhe da opinião expressa, deve-se respeitá-la e ouvir atentamente o que os outros têm para dizer. Ouvir bem é pensar no que o outro diz.
• "Praticar" a expressão oral
Não se aproveita o debate se não se estiver resolvido a tomar a palavra. Esta é uma boa ocasião para se vencer a timidez. O que é preciso é exercitar cada vez mais.
Exprimir-se é expor o ponto de vista sobre cada um dos pontos abordados, pelo que deve indicar-se com nitidez a posição que se tem, tendo o cuidado de apoiar cada afirmação com um ou vários documentos/provas.
O valor de um debate reside no valor dos argumentos. Devem procurar-se, pois, provas para convencer os outros. Não se deve ter receio de mudar de opinião no decorrer do mesmo se descobrirmos que o ponto de vista defendido não é válido. Tal atitude é prova de honestidade e de coragem.

2. As etapas para a organização e realização de um debate
• Escolher um assunto simples e que desperte interesse.
• Na maioria das vezes, o debate ganha em animação e interesse se tiver sido preparado previamente por quem o organiza, quer a a nível da informação fornecida/adquirida quer pensando sobre o tema em questão. Para o conseguir:
- pode fazer-se um inquérito, reflectir sobre um pequeno questionário;
- estudar/criar um dossier sobre o tema, após reunir documentação sobre o mesmo;
- um grupo pode preparar uma exposição de cerca de 10 minutos que servirá de ponto de partida. Esta exposição pode assumir a forma de uma pequena representação teatral, de um pequeno filme ou uma apresentação em Power Point.
• O debate deve ser organizado materialmente, ou seja, há que pensar sobre:
- Como se vai dispor a sala?
- Quem vai animar/moderar o debate?
• O que faz o(a) animador(a)/moderador(a):
- lança o debate, expondo com clareza o assunto a discutir;
- dá a palavra às pessoas que a pedem e impede que a outras intervenham sem a ter pedido;
- estimula os participantes e convida-os a reagir e a exprimirem-se;
- chama a atenção para o assunto que está a ser debatido quando as intervenções dos participantes "fogem" ao mesmo;
- controla o tempo e, no fim, convida a que tirem conclusões.

Durante o debate, dois secretários tomam notas das principais ideias emitidas que permitirão fazer o balanço final.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

CRIAR UM BLOGUE NA BLOGGER


O que é um Blog?

Um Blog é um site onde você pode estar escrevendo sempre, contando as novidades, expondo suas idéias, divulgando notícias, exibindo fotos, colocando links interessantes, ensinando algo a outras pessoas.

Você pode personalizar seu Blog da maneira que quiser, trocar as cores dos botões, links, fundos de tela, tipo de fonte usada nos textos, posicionamento dos blocos de textos, entre vários outros recursos.

Coloque no seu Blog seus assuntos favoritos, atraia pessoas que gostem dos mesmos assuntos que você, troque informações. Sempre que alguém visitar seu Blog, poderá interagir com você, comentar, dar sugestões, acrescentar links, trocar e-mails.

Faça do seu Blog a sua voz na internet, seu lugar de encontro com amigos, e pessoas do mundo todo.

Criar Conta Gmail
É preciso criar uma conta no Gmail (porque a Google comprou o Blogger). Depois de criar a conta no Google basta ir a www.blogger.com e carregar no link para criação do blog. O Blogger tem suporte para português.
1º PASSO - INCREVER-SE NO BLOGGER
1. Pesquisar a página - escrever BLOGGER num motor de busca como por exemplo no GOOGLE
2º PASSO
1. Pesquisar a página - Seleccionar o link WWW.BLOGGER.COM
3º PASSO
1. Pesquisar a página - Clicar na zona laranja, em CRIAR BLOG
4º PASSO
1. Inserir um endereço de email da pessoa que está a criar o blog.
2. Criar uma password para o blog e confirmar a passowrd
3. Dar um titulo quidentificar a página...por exemplo "Cristina Jorge - Joalharia de Autor"...ou "Joalharia contemporânea", etc
4. Copiar a sequência de letras - é apenas um procedimento de segurança
5. Aceitar os termos de uso
6. Clicar em "CONTINUAR"
5º PASSO
1. Dá um título ao teu blog (podes mais tarde alterar nas configurações do blog) .
2. Cria o endereço que queiras dar ao teu blog, por exemplo o teu nome. Ficará depois http:
3. Copia as letras de verificação
4. Clica em "CONTINUAR"
6º PASSO
1. Escolher o modelo de configuração da página pretendido clicando no circulo correspondente à selecção pretendida.
2. Clicar em continuar
7º PASSO
1. Está finalizada a criação do blog
2. Clicar em " COMEÇAR a ENVIAR MENSAGENS"
NESTE PRECISO MOMENTO JÁ ESTÁS DE PARABENS, CONSEGUISTE CRIAR UM BLOG SÓ TEU, JÁ PODES COLOCAR O ENDEREÇO DO TEU BLOG NA JANELA DE ENDEREÇOS E ACESSAR AO TE BLOG

AGORA FALTA APRENDERES COMO COLOCAR TEXTOS, IMAGENS, SLIDES, ETC PARA ASSIM PERSONALIZARES O TEU ESPAÇO VIRTUAL....

CRIAR CONTA NO GMAIL: CORREIO

Passo 1 - Aceder ao site do Gmail:
Vídeos Gmail -
Criar Conta Aceda a www.gmail.com
Para criar uma conta no Gmail apenas necessita de um Browser como o Internet Explorer, Firefox, Chrome, etc, e uma ligação de Internet. Deverá obter uma página similar à apresentada em baixo.
No momento em que este artigo foi escrito, o Gmail oferece um pouco mais de 7 Gb de espaço. O que é mais do que suficiente para guardarmos todos os emails de anos.

Clique em "Inscreva-se em Gmail". Siga para a próxima página.


Passo 2 - Escolher o endereço de email, e preencher os campos do formulário online:
Precisa agora de começar a preencher o formulário. Uma vez que preencheu o seu nome e apelido, é hora de escolher um nome de login desejado. Isto é importante como seu nome de login decidirá o email que terá, e em caso de um cliente de Gmail, seria escolha-o-seu-email@gmail.com. Escolha um nome de login, igualmente chamado o username, com cuidado.


Passo 3 - Como escolher um nome de login ou username para o seu endereço Gmail:
Escolher um nome de início de uma sessão é arte e senso comum. E porque determina qual seu endereço de email será, eu sugiro que passe algum tempo a pensar sobre ele. Os endereços de email precisam de ser originais, o que significa que não podem existir dois endereços iguais. Não há nenhuma garantia que seu nome de início de uma sessão preferido estará disponível, então pense bem qual deverá ser a alternativa.
Fica o meu conselho e sugestões em como escolher o seu email.

Primeiro verifique se o sistema aceita os seus nomes, assim, tente: primeiro nome, último nome, como joao-silva, ou o popular joao.silva.
Pode igualmente tentar o joaosilva.
Ter um email de Gmail com o seu nome é certamente muito afortunado, por causa do número imenso de utilizadores do serviço. Entretanto, se tem um nome relativamente raro, tem uma boa possibilidade;

Se estas combinações não funcionarem, procure juntar o seu nome com sua profissão - tal como joao.arquitecto. O seu nome de login precisa de ser atractivo e ao mesmo tempo descritivo, para que todos possam recordá-lo sem muita dificuldade e associá-lo a si. Por exemplo, se é um contabilista dócil de uma cidade pequena, escolhendo o email " inferno-anjos" como nome de início de uma sessão seria imprudente. Um pouco, joao-contabilista@gmail.com seria muito melhor.

Eu igualmente não aconselho encontrar e usar números e dígitos no seu nome de login de uma sessão a menos que, naturalmente, forem uma parte do seu nome da companhia/negócio. Além disso, precisa de ter um username que seja fácil de recordar. A disponibilidade de um login ou de um nome de utilizador pode ser verificado no campo de verificação da página do Gmail.



Passo 4 - Escolher uma Palavra-Passe para o seu Gmail:
Criar a sua conta de e-mail Gmail com uma palavra-passe forte é imperativo. Pense na senha como a combinação-chave do seu cofre e tem de dar o mesmo montante de importância. Uma combinação de letras maiúsculas e em letras minúsculas com alguns dígitos seria uma senha bastante forte. à direita do campo de texto no qual introduz a sua senha existe uma espécie de medidor que indica a força da senha. Tem de introduzir a senha duas vezes e pode deixar a caixa "Lembrar-se de mim neste computador" por preencher


Passo 5 - Proteger o seu Gmail com uma pergunta de segurança:
Agora tem de selecionar uma pergunta de segurança apresentada no menu- e tem de fornecer a resposta. Esta segurança adicional ajuda na obtenção da sua senha de conta de e-mail se a esquecer.

Passo 6 - Verificação de Palavra e Confirmação:
Depois de fornecer o seu endereço de e-mail secundário - pode deixar este espaço em branco, se não tiver um - e a sua localização, tem de introduzir os carateres que vê no quadro acima. Porque isto é necessário? Para que Gmail saiba que as entradas são de um ser humano e não algum programa automatizado. Agora que tudo está feito, pode ler os Termos do Serviço e clicar no botão "aceito. Crie a minha conta." que criará a sua conta de Gmail gratuita. Hurra e congratulações. Para aceder ao seu Gmail no futuro, tem de ir ao Web site e introduzir o seu username (nome do utilizador) e senha mais uma vez.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

SOBRE O PRA

Sobre o PRA
«O Portefólio de cada adulto é pessoal, intransmissível, irrepetível... corresponde a um adulto que naquele determinado momento começou a escrever, a juntar "bocadinhos de passado", a tecer uma história da qual tem uma visão, a qual recorda para contar, à qual atribui um sentido único e momentâneo pois ele também se transforma no presente e no futuro... Aliás o Portefólio contem estes três tempos que se relacionam, chocam, interpõem e confluem para a sua produção: Passado, Presente e Futuro.
O adulto produz um documento pessoal, tão pessoal que na maior parte das vezes vem acompanhado de uma capa personalizada e que informa o leitor de quem é o autor, mesmo antes de se ler uma linha que seja...
Cabe à equipa técnico-pedagógica a ardua tarefa de procurar encontrar critérios de evidência naquele relato autobiográfico, tendo em conta o Referencial de Competências-Chave, documento dinâmico e aberto que orienta toda a acção do Processo de RVCC, nunca esquecendo que há milhares e milhares de combinações possíveis contidas no documento: tantas quantas as experiências de vida de todos os adultos em Processo.»